Resumo
Desde os tempos da Ilíada– onde Páris é chamado de “covarde”, porque sua arma típica era o arco – aqueles que, na guerra, preferiam matar à longa distância eram vistos como soldados de segunda categoria. Como cantavam gregos e romanos, o verdadeiro herói suplantava o inimigo em confrontos nos quais os contendores corriam igual risco.
Referências
FILHO, João Roberto Martins. Resenha de: CHOMSKY, Noam. The new military humanism – lessons from Kosovo. Monroe: Common Courage Press, 1999. Crítica Marxista, São Paulo, Boitempo, v.1, n. 11, 2000, p. 139-141.

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Copyright (c) 2000 João Roberto Martins Filho
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