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Chiapas: o paramilitarismo como vetor da guerra de contra-insurgência
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Palavras-chave

Paramilitarismo
México
Chiapas
Luta armada

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Como Citar

SAINT-PIERRE, Héctor Luis. Chiapas: o paramilitarismo como vetor da guerra de contra-insurgência. Crítica Marxista, Campinas, SP, v. 6, n. 9, p. 110–123, 1999. DOI: 10.53000/cma.v6i9.19780. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/cma/article/view/19780. Acesso em: 25 jan. 2026.

Resumo

A violência política no México não é novidade; afinal, foi mexicana a primeira revolução que comoveu o século XX. Mas, a região sul do país, mais especificamente, o atual estado de Chiapas conheceu conflitos de terras, levantes camponeses, guerras indígenas desde o começo da colonização. Ainda assim, ela nunca teve a atenção das autoridades nacionais para resolver a perversa distribuição da riqueza, nem a opressão contra os índios, nem a concentração de terras em mãos de poucas famílias, nem o clientelismo político. Pelo contrário, o governo central e o estadual não apenas foram omissos em relação ao crescente armamento dos latifundiários, mas o estimularam como forma de conter e reprimir a insatisfação social.

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Referências

SAINT-PIERRE, Hector Luis. Chiapas: O paramilitarismo como vetor da guerra de contrainsurgência. Crítica Marxista, São Paulo, Xamã, v.1, n.9, 1999, p. 110-123.

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Copyright (c) 1999 Héctor Luis Saint-Pierre

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