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O reflexo como “não-ser” na ontologia de Lukács: uma polêmica de décadas
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Palavras-chave

Lukács
Ontologia
Marx

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Como Citar

LESSA, Sérgio. O reflexo como “não-ser” na ontologia de Lukács: uma polêmica de décadas. Crítica Marxista, Campinas, SP, v. 4, n. 4, p. 89–112, 1997. DOI: 10.53000/cma.v4i4.19875. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/cma/article/view/19875. Acesso em: 25 jan. 2026.

Resumo

Ao falecer, em 1971, Georg Lukács deixou dois manuscritos intitulados Para a ontologia do ser social e os Prolegômenos à ontologia do ser social (respectivamente, a "grande" e a "pequena ontologia"). Como é sabido, o terreno da investigação ontológica foi o escolhido por Lukács para, no contexto contemporâneo, reafirmar as teses de Marx acerca da radical historicidade e sociabilidade do mundo dos homens e para demonstrar a possibilidade ontológica (que não deve ser confundida com possibilidade imediata) da revolução socialista. É difícil exagerar o caráter polêmico, nos dias em que vivemos, de uma tal démarche.

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Referências

LESSA, Sérgio. O reflexo como “não-ser” na ontologia de Lukács: uma polêmica de décadas. Crítica Marxista, São Paulo, Xamã, v.1, n.4, 1997, p.89-112.

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Copyright (c) 1997 Sérgio Lessa

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