Abstract
O artigo inicia com um quadro sinóptico das experiências no campo visual, ou seja, como se dava o ato da visão, da observação, e do que era fazer fotografia no contexto do período de fins do século dezenove e início do vinte. Segue depois relatando como surgiu e quais eram os objetivos da Comissão Geográfica e Geológica, sua produção fotográfica e usos dessa mídia pela instituição. Por fim, busca compreender os discursos imagéticos híbridos que perpassam uma de suas imagens. Nestas fotografias é visualizado tanto um modo de fazer ciência, representações de natureza, como valores estéticos próprios da época.

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