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Miguel Cabrera e a ressignificação das pinturas de castas na História Social da Arte
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Palavras-chave

Pinturas de Castas
Mestiçagem
Mobilidade Social
Subversão da norma

Como Citar

GOMES, Mairá de Oliveira. Miguel Cabrera e a ressignificação das pinturas de castas na História Social da Arte. Encontro de História da Arte, Campinas, SP, n. 18, p. 269–283, 2025. DOI: 10.20396/eha.18.2024.11823. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/11823. Acesso em: 6 fev. 2026.

Resumo

As pinturas de castas do século XVIII são essenciais para compreender as dinâmicas de mobilidade social na América colonial. Alguns estudiosos interpretam essas obras como uma maneira de categorizar e classificar as mestiçagens, enquanto outros veem nelas uma estratégia para preservar os privilégios dos criollos às vésperas das reformas bourbônicas. Neste sentido, artistas como Luís de Mena retrataram a estratificação social, mas Miguel Cabrera, homem mestiço, ao representar as "castas" subalternas com itens de luxo em espaços comuns da vida cotidiana, contrariou leis da época. Essa abordagem é vista como uma crítica às normas, propondo um novo imaginário sem os estigmas sociais.

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Referências

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