Resumo
Na trilha da minha pesquisa em Poéticas Visuais e Processos Criativos, desenvolvo, a partir da minha produção artística, um exame sobre a estética do grotesco na arte e cultura. É uma tentativa de aproximação, das minhas produções artísticas, com as formas de representações não idealizadas pelo cânone tradicional e, ao mesmo tempo, um distanciamento, buscando estabelecer vínculos de sentido com outras manifestações visuais do corpo na cultura das imagens. Analiso a tensão na fronteira entre imagens do corpo animal e humano, beleza e fealdade, presença e representação e como estas distinções podem ser negadas ou assumidas em meus processos criativos.
Referências
ARCHER, Michael. Arte Contemporânea: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
BAKHTIN, Mikhail. A cultura popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto de François Rabelais. Hucitec editora da UNB, 1987.
KERN, Maria Lúcia Bastos; ZIELINSKY, Mônica; CATTANI, Icleia Borsa. Espaços do corpo: aspectos das artes visuais no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 1995.
MIRANDA, José A. Bragança. Corpo e Imagem. Lisboa: Nova Veja Editora, 3º edição, 2017.
SODRÉ, Muniz; PAIVA, Raquel. O império do grotesco. Rio de Janeiro: MAUAD Editora, 2002.

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Copyright (c) 2025 Rafael Evangelista de Sousa
