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As neo-vanguardas e a cidade
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Keywords

Neo-vanguardas
Arte e arquitetura
Anos 60

How to Cite

SANTOS, Fábio Lopes de Souza. As neo-vanguardas e a cidade. Encontro de História da Arte, Campinas, SP, n. 2, p. 462–469, 2006. DOI: 10.20396/eha.2.2006.3913. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/3913. Acesso em: 20 apr. 2026.

Abstract

A produção contemporânea em arte e arquitetura se constrói a partir dos frutos da efervescência dos anos 60, embora esta conexão possa soar estranha a primeira vista: a nossos olhos o horizonte utópico da neo-vanguarda parece pertencer a outra era geológica. Paradoxalmente, enxergamos com maior clareza a continuidade entre as formas artísticas empregadas hoje e aquelas geradas pela neovanguarda do que a dinâmica de fundo que as impulsionou e transformou substancialmente. Paulatinamente, passou-se, nas últimas quatro décadas do discurso moderno contra o caos urbano para outro, que elogia sua heterotopia, tendo como elo justamente manifestações neovanguardistas. Houve um deslizamento gradual desde a hegemonia moderna até a atual apologia da “pluralidade”. A presente comunicação passa em revista algumas produções da neovanguarda artística e arquitetônica, procurando discernir por detrás de sua exorbitante diversidade algumas motivações compartidas subjacentes para, num segundo momento, procurar entender a natureza desta paradoxal transformação.

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References

ARANTES, O. G.R. O lugar da Arquitetura depois dos Modernos, 2ª ed., São Paulo, EDUSP, 1995.

ARANTES, O., “Uma Estratégia Fatal” in ARANTES, O. G.R, VAINER, C., MARICATO, E. A cidade do pensamento único. Desmanchando consensos, Petrópolis/RJ, Vozes, 2000, p. 42.

MARCHAN, S. Del Arte Objetual al Arte de Concepto. 1960-1974, Madri, Alberto Corazón ed., 1974, p. 238.

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Copyright (c) 2006 Fábio Lopes de Souza Santos