Abstract
Este trabalho consiste no estudo do campo da videoarte, sob o aspecto das experimentações videográficas que dialogam com a poesia visual, especificamente, com o projeto musical, literário e audiovisual Nome (1993), de Arnaldo Antunes. Trata-se de uma obra em que o autor tensiona sobre os limites da visualidade da poesia, com a utilização da sonoridade e das imagens em movimento do vídeo. Na pesquisa, foram consideradas as questões da tradução intersemiótica entre os meios utilizados, o hibridismo entre poesia visual, sonora e concreta, a origem e permanência do poema intermídia e a transposição do conceito joyceano verbivocovisual ao vídeo: todos como entendimentos acerca do potencial imagético da palavra.

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Copyright (c) 2019 Sinuhe Laurenti Preto, Gilberto Alexandre Sobrinho