Abstract
Partindo do conceito de Arqueologia da Repressão e da Resistência, aplicado no contexto dos regimes militares da América Latina, essa pesquisa tem como caso de estudo as instalações do extinto DOI-CODI/SP (Destacamento de Operações de Informações e Centros de Operações de Defesa Interna). O órgão, criado durante ditadura e diretamente ligado às forças armadas, foi desativado em meados da década de 80 e é ainda hoje palco de reivindicações pelo direito à memória. Assim, por meio de documentos do edifício, de relatos de sobreviventes e da participação do Grupo de Trabalho coordenado pelo CONDEPHAAT, esta pesquisa reuniu informações à respeito da materialidade do DOI-CODI durante os anos de seu funcionamento, a fim de analisar a memória material ditatorial e de sondar métodos eficazes de pesquisa arqueológica neste espaço.

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Copyright (c) 2019 Revista dos Trabalhos de Iniciação Científica da UNICAMP