Abstract
Dentre as complicações neurológicas após transplante hepático, a Mielinólise Pontina Central (MPC) representa uma das complicações mais letais, e pacientes que desenvolvem a MPC após o transplante têm pior prognóstico em relação aos que a desenvolvem na vigência de outros fatores de risco. Nesse contexto, realizou-se através desse trabalho a descrição da população com diagnóstico de MPC após transplante hepático no Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp no período de 1997 a 2017, com base em variáveis epidemiológicas e clínicas e em revisão de literatura. Concluiu-se que o perfil populacional desses pacientes apresenta semelhanças com os perfis descritos pela literatura atual.

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Copyright (c) 2019 Fernanda Dias Teramoto, Elaine Cristina de Ataide