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Por quê as cotas são uma proposta mais igualitarista que a eqüidade meritocrática
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Palavras-chave

Lutas sociais
Cotas
Meritocracia

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Como Citar

ARCARY, Valério. Por quê as cotas são uma proposta mais igualitarista que a eqüidade meritocrática. Crítica Marxista, Campinas, SP, v. 14, n. 24, p. 106–109, 2007. DOI: 10.53000/cma.v14i24.19598. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/cma/article/view/19598. Acesso em: 24 jan. 2026.

Resumo

O limite político do liberalismo foi a igualdade jurídica dos cidadãos. Os cidadãos seriam iguais diante da lei. A igualdade possível seria a eqüidade. O ponto de partida do marxismo foi a crítica do capital, portanto, do direito à propriedade privada. A liberdade não seria possível entre desiguais. Os marxistas lutam pela eqüidade, mas, seu projeto é a igualdade social. A discussão das cotas abriu uma polêmica, alguns defendendo o princípio meritocrático, e outros defendendo as políticas afirmativas.

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Referências

ARCARY, Valério. Por quê as cotas são uma proposta mais igualitarista que a eqüidade meritocrática. Crítica Marxista, Campinas, SP, v. 14, n. 24, p. 106–109, 2007. https://doi.org/10.53000/cma.v14i24.19598

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Copyright (c) 2007 Valério Arcary

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