Resumo
No detalhe das futilidades e das querelas, seja a favor ou contra o humanismo, é necessário render-se à evidência: a História adora as histórias. A querela do humanismo começou o mais calmamente possível. Num dia do verão de 1963, eu encontrei por acaso na casa de um amigo o Doutor Adam Schaff, membro da Direção de um de nossos partidos comunistas. Responsável pelos intelectuais junto à Direção do partido comunista polonês, Schaff é um filósofo conhecido por suas obras sobre a semântica e sobre o problema do homem no marxismo, e um dirigente político apreciado pela sua cultura e sua abertura de espírito.
Referências
ALTHUSSER, Louis. A querela do humanismo (1967). Crítica Marxista, São Paulo, Xamã, v.1, n.9, 1999, p. 9-51.

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Copyright (c) 1999 Louis Althusser