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Graffiti, pintura mural e a geografia da gentrificação nas ladeiras do Morro do Pinto
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Palavras-chave

Graffiti
Revitalização
Gentrificação
Morro do Pinto
Rio de Janeiro

Metrica

Como Citar

OLIVEIRA, Luiz Sergio de; CARVALHO, Giovanna Alves de; XAVIER , Sergio. Graffiti, pintura mural e a geografia da gentrificação nas ladeiras do Morro do Pinto. Revista Visuais, Campinas, SP, v. 12, p. 141–160, 2026. DOI: 10.20396/visuais.v12i00.22124. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/visuais/article/view/22124. Acesso em: 28 set. 2026.

Resumo

O graffiti já foi visto como manifestação de segmentos sociais desprivilegiados que, de alguma forma, pareciam vandalizar a vida urbana. Mais recentemente, o graffiti tem sido visto como parceiro nos processos de revitalização e de embelezamento de áreas degradadas, como é o caso da Zona Portuária do Rio de Janeiro. Depois de ocupar a “baixada do porto”, o graffiti tem escalado as ladeiras do Morro do Pinto, contribuindo para uma nova percepção social do bairro como um point cool da noite carioca. A partir dessas novas configurações socioculturais, começam a ser observados sinais precoces de gentrificação. Neste artigo, investigamos obras de três artistas urbanos – Vera Schueler, Alex Senna e Lucas Cassarotti – que ocupam muros e fachadas entre a Fábrica da Bhering e residências no alto do morro. 

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