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Os tecidos e sua conservação: interfaces entre a história da arte e da cultura, as teorias de conservação e restauro e os museus
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Palavras-chave

Tecidos
Conservação

Como Citar

COPPOLA , Soraya Aparecida Álvares. Os tecidos e sua conservação: interfaces entre a história da arte e da cultura, as teorias de conservação e restauro e os museus. Encontro de História da Arte, Campinas, SP, n. 4, p. 190–200, 2008. DOI: 10.20396/eha.4.2008.3805. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/3805. Acesso em: 5 fev. 2026.

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo primordial apresentar as interfaces lógicas e físicas que podem e devem estabelecer a adaptação entre os sistemas independentes da História da Arte, das instituições museográficas e o universo dos tecidos (produção, comércio, circulação, história e conservação). O estudo das tipologias têxteis e suas variantes (materiais cru, tecnologia empregada, razões de produção e influência de culturas diversas) está vinculado a diversas áreas de conhecimento, se tornando ponto convergente de interesses acadêmicos e de profissionais de áreas diferenciadas. A matéria têxtil, principal produto de comércio desde a antiguidade, se torna, assim, foco de interesses múltiplos, necessitando, então, que seu estudo seja sistematizado por métodos e metodologias de analise técnica, formal e estilística que viabilizem práticas efetivamente produtivas, principalmente, pelos conservadores, restauradores, bem como os historiadores. Esta proposta buscará introduzir uma discussão sobre os estudos dos ornamentos realizados por Alois Riegl, historiador da Escola de Viena, cuja metodologia desenvolvida e aplicada, dedicada em grande parte aos tecidos e tapetes, foi o eixo primordial de influência para a formação da Teoria do Restauro de Brandi, obra basilar para a prática da restauração em todo o mundo.

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Referências

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Copyright (c) 2008 Soraya Aparecida Álvares Coppola