Filosofia da educação e infância: em busca de potências descolonizadoras I
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Palavras-chave

Infância
Filosofia da educação
Perspectiva descolonizadora

Como Citar

PINTO, Débora; GALLO, Silvio. Filosofia da educação e infância: em busca de potências descolonizadoras I. Revista dos Trabalhos de Iniciação Científica da UNICAMP, Campinas, SP, n. 27, p. 1–1, 2019. DOI: 10.20396/revpibic2720192013. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/2013. Acesso em: 18 mar. 2026.

Resumo

O presente projeto constrói uma análise crítica do processo de conformação e colonização da infância pela pedagogia e pela filosofia modernas. Para tal, tem-se como eixo o pensamento do filósofo contemporâneo francês René Schérer. Parte-se da ideia de que a infância é uma invenção dos adultos e o processo educativo o mecanismo para, de um lado, infantilizar as crianças e, de outro, conduzi-las à condição adulta. Portanto, na contramão desta crítica, pretende-se buscar elementos conceituais que construam uma perspectiva não colonizada da infância, tomando-a como “infância maior” (Schérer), na perspectiva de um devir-criança (Deleuze & Guattari).

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Referências

ABRAMOWICZ, Anete; TEBET, Gabriela (org.). Infância e pósestruturalismo. São Paulo: Porto de Ideias, 2017.

CORAZZA, Sandra Mara. História da Infância Sem Fim. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 2000.

LEITE, César D. P. Infância, experiência e tempo. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2011.

SCHÉRER, René. Infantis. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.

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