Literatura, imprensa e justiça: uma análise de "O filho do pescador” de Antonio Gonçalves Teixeira e Sousa (1843)
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Palavras-chave

Literatura
Imprensa
Ficcionalização da justiça.

Como Citar

JABBOUR, Caio Arrabal Fernandez; GODOI, Rodrigo Camargo de. Literatura, imprensa e justiça: uma análise de "O filho do pescador” de Antonio Gonçalves Teixeira e Sousa (1843). Revista dos Trabalhos de Iniciação Científica da UNICAMP, Campinas, SP, n. 26, 2018. DOI: 10.20396/revpibic262018244. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/244. Acesso em: 18 mar. 2026.

Resumo

Esta pesquisa propõe uma leitura do romance O filho do pescador, de Antonio Gonçalves Teixeira e Sousa, a partir da perspectiva da história social da literatura. Publicado no periódico regressista e, posteriormente, conservador O Brasil, em 1843, o folhetim estabelece um intenso diálogo com o momento histórico em que o Império brasileiro se encontrava – destacando-se os conflitos armados emergindo por todo o território, além da crise gerada pelas disputas entre os recém-formados Partidos Liberal e Conservador. Nesse sentido, a pesquisa procura demonstrar que, em uma possível reinterpretação das Revoltas Liberais de 1842, Teixeira e Sousa apresentou soluções ficcionais para os processos que ecoaram ao longo do ano de 1843, sobretudo no julgamento dos revoltosos paulistas e mineiros.

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Copyright (c) 2018 Caio Arrabal Fernandez Jabbour, Rodrigo Camargo de Godoi