O acesso aos serviços de saúde para o processo transexualizador
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Palavras-chave

Transexualidade
Pessoas transexuais
Serviços de saúde para pessoas transexuais

Como Citar

ANZOLIN, Nubya; MARQUES, Dalvani; ROCHA, Leonardo; TOSTI, Nathalia. O acesso aos serviços de saúde para o processo transexualizador. Revista dos Trabalhos de Iniciação Científica da UNICAMP, Campinas, SP, n. 27, p. 1–1, 2019. DOI: 10.20396/revpibic2720192510. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/2510. Acesso em: 18 mar. 2026.

Resumo

O Processo Transexualizador caracteriza-se pela sequência de resignação cirúrgica, endócrina e psicológica que promovam a mudança de sexo por meio de modificações corporais e hormonais para adequação do corpo biológico à identidade de gênero e social. Entretanto permanece a medicalização dessas minorias sociais, estimulando a vulnerabilidade social. O objetivo deste estudo foi identificar o processo transexualizador realizado a população LGBT+, caracterizando os tratamentos vivenciados e o acesso aos serviços de saúde por esses indivíduos.O estudo objetiva identificar o processo transexualizador realizado a população LGBT+, caracterizando os tratamentos vivenciados e o acesso aos serviços de saúde por esses indivíduos. Revisão integrativa, que utilizou os descritores: transexualidade, transexualismo, pessoas transgêneras e serviços de saúde para pessoas transexuais, nas bases de dados: BIREME e PubMed, no período de 2013-2018. Foram selecionados 45 artigos, classificados em três categorias Processo Transexualizador (PrTr), Acesso aos serviços de saúde e Políticas públicas efetivas no direito à saúde. Conclui-se que processo transexualizador é desenvolvido no decorrer da vida das pessoas, significando mudanças físicas para a readequação do corpo físico a imagem corporal adequada ao gênero. Existe portanto, uma contradição no acesso aos serviços de saúde, tanto há locais com acesso a serviços especializados, como há outros restritos/inexistentes.

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Referências

Fernández Rodríguez MGM, García-Vega E. La 7ª versión de los Estándares Asistenciales de la WPATH. Un enfoque diferente que supera el dimorfismo sexual y de género. Rev. Asoc. Esp. Neuropsiquiatr 2014, 34(122): 317-335. Costa EMF, Mendonca BB. Clinical management of transsexual subjects. Arq Bras Endocrinol Metabol, 2014, 58(2): 188-96
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