Tomografia volumétrica versus radiografia panorâmica: influência do método de aquisição da imagem na avaliação da relação do terceiro molar mandibular com o segundo molar
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Keywords

Radiografia panorâmica
Tomografia volumétrica
Terceiro molar.

How to Cite

SOUZA, Eduarda Oliveira de; ASPRINO, Luciana; SOUZA, Larissa Moreira de; GROPPO, Francisco Carlos; NETO, Francisco Haiter. Tomografia volumétrica versus radiografia panorâmica: influência do método de aquisição da imagem na avaliação da relação do terceiro molar mandibular com o segundo molar. Revista dos Trabalhos de Iniciação Científica da UNICAMP, Campinas, SP, n. 26, 2018. DOI: 10.20396/revpibic262018370. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/370. Acesso em: 17 oct. 2026.

Abstract

A remoção dos terceiros molares é um dos procedimentos mais comuns na clínica odontológica. Por serem os dentes que mais comumente sofrem impactação se faz necessário sua avaliação com as demais estruturas adjacentes para promover a prevenção de situações inesperadas. Para esta avaliação utiliza-se com frequência a radiografia panorâmica (PAN) e, em casos onde esta não corresponde às expectativas de diagnóstico, a tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC). Objetivo: Comparar o diagnóstico de Reabsorção Radicular Externa (RRE) em segundos molares por terceiros molares inferiores impactados em PAN e em TCFC. Foram analisados 90 pacientes com PAN e TCFC. Estes pacientes, através das TCFC, foram classificados em três grupos pelo avaliador 01 (grupos: Sem contato, Com contato e sem RRE e Com RRE). O avaliador 02, através das PAN, também classificou os pacientes nos mesmos grupos. Além da classificação nos grupos, foram feitas análises em relação ao longo eixo do terceiro molar e presença de sobreposição na PAN. Os dados foram tabulados e analisados estatisticamente através do teste Kappa, com nível de significância de 5%(p<0.05). Concluimos que o exame radiografia panorâmica, quando comparado a TCFC, apresentou bons resultados nas avaliações no que diz respeito à presença e ausência de contato, e ausência de reabsorção. O único caso onde a análise pela PAN se mostrou deficiente foi no diagnóstico de presença de RRE, devendo este ser confirmado através da TCFC.

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Copyright (c) 2018 Eduarda Oliveira de Souza, Luciana Asprino