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Fonogramas, musicología y performance en el universo choro
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Palabras clave

Musicología
Música brasileña
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Fonogramas

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PESSOA, Felipe; FREIRE, Ricardo Dourado. Fonogramas, musicología y performance en el universo choro. Música Popular em Revista, Campinas, SP, v. 2, n. 1, p. 34–60, 2013. DOI: 10.20396/muspop.v2i1.12967. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/muspop/article/view/12967. Acesso em: 23 apr. 2026.

Resumen

La música urbana del siglo XX se hizo popular como resultado de su difusión mediante tecnologías de difusión, y la radio y los discos pueden considerarse medios importantes de transmisión de interpretaciones musicales. La tecnología de grabación permitió la fijación de logros musicales mediante fonogramas que luego se convierten en paradigmas para la recepción y aprendizaje de nuevos estilos musicales. Las transformaciones en la tecnología de grabación y grabación de fonogramas ayudaron a definir la percepción de los objetos sonoros. Lo grabado, al inicio de las grabaciones mecánicas, se convirtió en un referente principal para músicos de otras ciudades y estados, que comienzan a tocar a partir de la imitación de actuaciones grabadas y no solo a través de partituras o actuaciones en directo. En el caso del choro, toda la construcción de los acompañamientos ejecutados por guitarras, cavaquinho y pandereta estuvo influenciada tanto por los fonogramas como por la radio. La tecnología de captura eléctrica, que permitió la grabación y transmisión de programas musicales, sucedió cuando cantantes instrumentales y solistas iban acompañados de grupos regionales. La grabación estereofónica, desarrollada a partir de la década de 1950, permitía grabar los instrumentos por separado y en múltiples tomas, lo que permitía un mayor grado de precisión y claridad musical. La relación dialógica entre estilo escénico y tecnología ofrece subsidios para que la musicología aborde el desarrollo del Choro a partir de los cambios que suceden en el contexto, permitiendo comprender la relación entre el artista y el entorno en el que se inserta.

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