Banner Portal
Habitar lo moderno: habitus y el estilo de vida que conforman los modos de vida
Na imagem, há seis caixas de papelão com desenhos no fundo, dispostas em duas fileiras. Na fileira superior, a primeira caixa apresenta o desenho de uma árvore sem folhas, a segunda caixa apresenta uma tartaruga e a terceira caixa apresenta uma cadeira de rodinhas estofada. Na fileira inferior, a primeira caixa apresenta uma penteadeira com espelho de cabeça para baixo e as duas últimas caixas juntas formam o desenho de uma mesa de ponta cabeça. No canto superior direito, há o nome da revista e abaixo dele, a indicação de "10 anos". Na parte inferior, estão as informações sobre o volume e número da revista, bem como o ISSN.
PDF (Portugués)

Palabras clave

Arquitectura moderna
Ordenación
Habitus
Vivienda
Estilos de vida

Métricas

Cómo citar

ROSATTI, Camila Gui. Habitar lo moderno: habitus y el estilo de vida que conforman los modos de vida. PROA: Revista de Antropologia e Arte, Campinas, SP, v. 9, n. 2, p. 18–46, 2019. DOI: 10.20396/proa.v9i2.17350. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/proa/article/view/17350. Acesso em: 25 jan. 2026.

Resumen

En este artículo me propongo pensar la relación de los hombres con los espacios en los que viven tratando una forma muy específica de vivienda, la casa moderna. Utilizando las aportaciones de Norbert Elias y Pierre Bourdieu, busco articular los estilos de vida a las formas de habitar, cuestionando el habitar desde la noción de habitus, entendido como una forma de ser y también de habitar marcada por disposiciones heredadas y adquiridas. El enfoque utiliza la herramienta de la reconstitución biográfica, que da centralidad al cliente, contrastando así con lo que se hace en la historiografía canónica de la arquitectura. El lugar de anclaje de este ejercicio de análisis es la residencia encargada por el médico polaco Febus Gikovate al arquitecto y profesor universitario Vilanova Artigas, a finales de los años 40, en São Paulo.

PDF (Portugués)

Referencias

ARRUDA, Maria Arminda do Nascimento. Metrópole e Cultura: São Paulo no meio do século. Bauru, SP: EDUSC, 2001.

BARDI, Lina Bo. “Casas de Vilanova Artigas”. Revista Habitat, n. 1, 1950.

BECKER, Howard., “Biographie et mosaïque scientifique”. Actes de la recherche en sciences sociales, 62/63, junho, 1986.

BESSIN, Marc. “Parcours de vie et temporalités biographiques: quelques éléments de problématique”, Informations sociales 2009/6 (n° 156), p. 12-21.

BONDUKI, Nabil. Origens da Habitação Social no Brasil. São Paulo: Estação Liberdade, 1998.

BOUDON, Phillipe. Pessac de Le Corbusier: étude socio-architecturale.‎ Préface de Henri Lefèvre. Paris, Dunod, 1969.

BOUDON, Philippe. ‎Pessac de Le Corbusier. 1927 - 1967, Etude socio-architecturale. Préface de Henri Lefebvre. Suivi de Pessac II, Le Corbusier, 1969 – 1985.‎ Paris, Dunod. 1985.

BOURDIEU, Pierre. « Les trois états du capital culturel », in Actes de la recherche en sciences sociales, Paris, n. 30, novembro de 1979, p. 3-6.

BOURDIEU, Pierre. La Distinction. Critique sociale du jugement, Les Éditions de Minuit, 1979.

BOURDIEU, Pierre, “L’Illusion biographique”, Actes de la recherche en sciences sociales, 62/63, junho, 1986.

BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. Lisboa: Difel, Rio de Janeiro: Bertrand, 1989.

BOURDIEU, Pierre. As estruturas sociais da economia. Porto: Campo das Letras, 2006.

LOPES, Juarez Brandão. “O consumo da arquitetura nova” Revista Ou... n°4, junho, 1971.

CANDIDO, Antonio; “Magistério Discreto”. Recortes, São Paulo: Cia das Letras, 1993.

CASTELNUOVO, Enrico. Retrato e Sociedade na Arte Italiana: ensaios de História Social da Arte. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

CHAMBOREDON, J. C., LEMAIRE, M. “Proximitpe spatiale et distance sociale. Les grands ensembles et leur peuplement”. Revue Française de Sociologie, XI, p. 3-33, 1970.

CHARLE, Christophe. “Situation spatiale et position sociale”. In: Actes de la recherche en sciences sociales. V. 13, février 1977. L’économie des biens symboliques. pp. 45-59.

CHOMBART de LAUWE, Paul-Henry. Famille et habitation, Paris, CNRS, 1960.

CORONA, Eduardo; LEMOS, Carlos. Dicionário da Arquitetura Brasileira. Edart: São Paulo, 1972.

DEDECCA, Paula Gorenstein. Sociabilidade, crítica e posição: o meio arquitetônico, as revistas especializadas e o debate do moderno em São Paulo (1945-1965). Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012.

DUBAR, Claude e NICOURD, Sandrine. Les biographies en sociologie. Éditions La Découverte, Paris, 2017.

DURAND, José Carlos. A profissão de arquiteto: estudo sociológico. Rio de Janeiro: CREA, 1972.

DURAND, José Carlos. Arte, privilégio e distinção. Artes Plásticas, Arquitetura e Classe Dirigente no Brasil, 1855/1985. São Paulo: Perspectiva/EDUSP, 1989.

ELIAS, Norbert. A sociedade de corte. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

GILBERT, Pierre. Troubles à l’ordre privé. Les classes populaires face à la cuisine ouverte. Actes de la Recherche em Sciences Sociales, n. 215, p.102-119, 2016.

GIKOVATE, Flávio. Gikovate além do divã. Autobiografia. São Paulo: MG Editores, 2015.

HADDAD, Élie “Qu’est-ce qu’une “maison”? De Lévi-Strauss aux recherches anthropologiques et historiques récentes”, L’Homme, 212, 2014, 109-138.

HASKELL, Francis. Mecenas e Pintores: arte e sociedade na Itália Barroca. São Paulo: Edusp, 2007.

HECKER, Alexandre. Socialismo sociável: história da esquerda democrática em São Paulo (1945-1965). São Paulo, UNESP, 1998.

JAOUL, Marie. “LES MAISONS DE L’ENFANCE. La Maison Jaoul”. L’Architecture d’Aujourd’hui nº 204, setembro, 1979.

LAMAISON, Pierre, 1987, « La notion de maison : entretien avec C. Lévi-Strauss », Terrain, n° 9, pp. 34-39.

LÉGER, Jean-Michel, DECUP-PANNIER, Benoête. La famille et l'architecte : les coups de dés des concepteurs”. Espaces et sociétés, 2005/1 (n° 120-121), p. 15-44.

LÉVI-STRAUSS, Claude. “L’organisation sociale des Kwakiutl”, in La Voie des masques. Paris, Presses pocket (« Agora » 25) : 141-164.

MICELI, Sergio. Imagens negociadas: retratos da elite brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

MORSE, Richard. De comunidade à metrópole. Biografia de São Paulo. Comissão do IV Centenário da Cidade de São Paulo. 1954.

MEYER, Regina, Metrópole e Urbanismo: São Paulo anos 50. Tese (Doutorado). FAU USP, 1991.

NASCIMENTO, Flávia Brito do; SILVA, Joana Mello de Carvalho e; LIRA, José Tavares Correia de; RUBINO, Silvana Barbosa (orgs). Domesticidade, gênero e cultura material. CPC USP e Edusp, 2017.

PASSERON, Jean-Claude, 1990 “Biographies, flux, itinéraires, trajectoires”. Revue française de sociologie, nº31 (1), 1990.

PETROSINO, Maurício Miguel. João Batista Vilanova Artigas – residências unifamiliares: a produção arquitetônica de 1937 a 1981. Dissertação de Mestrado, FAUUSP, 2009.

POLLAK, Michael. Memória, esquecimento e silêncio. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol.2, n.3, 1989.

PONTES, Heloisa. Destinos mistos, os críticos do Grupo Clima em São Paulo (1940-1968). São Paulo, Companhia das Letras, 1998.

RAMOS, Graciliano. Memórias de um cárcere. São Paulo: Editora Record, 2008.

RUBINO, Silvana. “Corpos, cadeiras, colares: Charlotte Perriand e Lina Bo Bardi”. Cad. Pagu, Campinas, n. 34, p. 331-362, Junho, 2010.

SAIA, Luis. “Notas sobre a evolução da Morada Paulista”. Revista Acrópole. Nº201, 1955. pp.393-395.

SINGER, Paul. “A bandeira que empunhou continuará a inspirar os brasileros. Um socialista”. São Paulo, Jornal da República 24 de outubro, 1979.

SCHMITT, Jean-Claude. “L’autobiographie comme récite de conversion”. L’Atelier du Centre de recherches historiques. Revista eletrônica do CRH. Dossiê: Ecrire les écritures. Hommage à Daniel Fabre, 2017.

SEGAUD, Marion. Antropologia do espaço: habitar, fundar, distribuir, transformar. São Paulo, Edições Sesc, 2016.

SERAPIÃO, Fernando Castelo. Arquitetura revista: a Acrópole e os prédios de apartamentos em São Paulo. 1938-1971. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2005.

STEVENS, Garry. O círculo privilegiado: fundamentos sociais da distinção arquitetônica. Brasília, Editora da UnB, 2003.

VOLPE, Maíra Muhringer. O divã no palco: discurso terapêutico, indústria cultural e a produção de bens culturais com pessoas comuns. 2013. Tese (Doutorado em Sociologia) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013.

WOLFE, Tom. Da Bauhaus ao nosso casos. Rio de Janeiro, Rocco, 1990.

WOLFF, Sílvia Ferreira Santos. Jardim América: o primeiro bairro-jardim de São Paulo e sua arquitetura. São Paulo: EDUSP, FAPESP, Imprensa Oficial, 2001.

Creative Commons License

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.

Derechos de autor 2019 Camila Gui Rosatti

Downloads

Download data is not yet available.