Chefia feminina de domicílio como indicador de feminização da pobreza no Brasil (1995-2015)
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Palavras-chave

Feminização da pobreza
Domicílios chefiados por mulheres
Transmissão intergeracional da pobreza

Como Citar

MORAES, Taís Dias de; CONTI, Bruno Martarello de; SANTOS, Taciana. Chefia feminina de domicílio como indicador de feminização da pobreza no Brasil (1995-2015). Revista dos Trabalhos de Iniciação Científica da UNICAMP, Campinas, SP, n. 26, 2019. DOI: 10.20396/revpibic2620181270. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/1270. Acesso em: 18 mar. 2026.

Resumo

A Iniciação Científica aqui apresentada levantou os fundamentos, ou seja, os conceitos, pressupostos, hipóteses e resultados dos estudos sobre os domicílios chefiados por mulheres (DCMs), a fim de oferecer um estudo sobre a feminização da pobreza (FP) no Brasil entre os anos de 1995 e 2015, período de grande transformação socioeconômica no país. Os estudos acerca da feminização da pobreza voltam-se para as consequências da ausência de um homem que contribua para o provimento dos bens e serviços necessários em um lar/família para as mulheres e seus filhos e que conduziriam à concentração da pobreza no gênero feminino e à transmissão intergeracional da pobreza, atribuindo assim este fenômeno ao aumento do número de DCMs entre a população pobre. Desse modo, a questão que norteia o trabalho é se o aumento de DCMs pode representar um indicador da feminização da pobreza e se este é um fenômeno observado no Brasil, além da preocupação com a transmissão intergeracional da pobreza no Brasil.

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Copyright (c) 2019 Taís Dias de Moraes, Bruno Martarello de Conti