Análise da expressão tecidual das isoformas 2 e 3 da enzima málica em gliomas humanos de alto e baixo grau
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Palavras-chave

Astrocitoma
Enzimas málicas
Imunoistoquímica.

Como Citar

SILVA, Karla Saraiva da; ROGERIO, Fabio; CASTILHO, Roger F. Análise da expressão tecidual das isoformas 2 e 3 da enzima málica em gliomas humanos de alto e baixo grau. Revista dos Trabalhos de Iniciação Científica da UNICAMP, Campinas, SP, n. 26, 2019. DOI: 10.20396/revpibic262018756. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/756. Acesso em: 18 mar. 2026.

Resumo

Astrocitomas são gliomas derivados de astrócitos e sua fisiopatogênese envolve alterações gênicas e metabólicas. Recentemente, foi descrita a mutação R132H no gene da isoforma 1 da isocitrato desidrogenase (IDH-1) que altera o funcionamento desta enzima levando a ganho de função, passando a sintetizar um metabólito oncogênico e diminui sua capacidade de regenerar o antioxidante NADPH. A transidrogenase de nucleotídeos de nicotinamida (NNT), localizada na membrana mitocondrial, participa de mecanismos de prevenção do estresse oxidativo também através da produção de NADPH. As enzimas málicas (MEs) também têm sido estudadas por sua relação com crescimento e proliferação celular em diferentes neoplasias e influenciam o processo de invasão celular em astrocitomas de alto grau (glioblastomas). As isoformas 2 e 3 da ME (ME2 e ME3) são localizadas na mitocôndria e apresentam atividade de conversão de malato a piruvato e produção de NADPH por mecanismo de redução. No presente estudo, foi avaliada a distribuição tecidual da ME2 e ME3 em cortes histológicos de astrocitomas de baixo (n=7) e alto (n=24) grau de espécimes cirúrgicos obtidos de pacientes acompanhados em hospital universitário. Não se observaram diferenças qualitativas e semi-quantitativas nas características de imunomarcação destas enzimas nas células neoplásicas gliais. Não encontramos, portanto, aumento ou diminuição da expressão da ME2 e/ou ME3 nestes tumores, seja na ausência ou presença de mutação no gene da IDH-1.

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Copyright (c) 2019 Karla Saraiva da Silva, Fabio Rogerio