Abstract
O impacto da crise de 2008 rearranjou os papéis exercidos pelos bancos públicos no Brasil. A adoção em um primeiro momento de políticas anticíclicas e depois de políticas de incentivo à atividade econômica elevou a importância dos bancos públicos, que alargaram sua participação no mercado. Em 2012, os encarregados da política econômica, em meio a esse contexto, induziram a diminuição dos preços dos spreads dos bancos públicos, tendo em vista os elevados níveis de spreads bancários cobrados e o processo de diminuição da taxa Selic. A partir de 2015, contudo, esse cenário se inverte e a intervenção governamental se reduz. O objetivo deste estudo é discutir os spreads bancários, na tentativa de entender em que grau há diferenças entre bancos públicos privados em sua determinação.
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Copyright (c) 2019 Revista dos Trabalhos de Iniciação Científica da UNICAMP