Determinação dos Spreads bancários no Brasil: há diferenças entre bancos públicos e privados?
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Palavras-chave

Spread
Bancos públicos
Bancos privados

Como Citar

CASTRO, João; SARTI, Ana. Determinação dos Spreads bancários no Brasil: há diferenças entre bancos públicos e privados?. Revista dos Trabalhos de Iniciação Científica da UNICAMP, Campinas, SP, n. 27, p. 1–1, 2019. DOI: 10.20396/revpibic2720192405. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/2405. Acesso em: 18 mar. 2026.

Resumo

O impacto da crise de 2008 rearranjou os papéis exercidos pelos bancos públicos no Brasil. A adoção em um primeiro momento de políticas anticíclicas e depois de políticas de incentivo à atividade econômica elevou a importância dos bancos públicos, que alargaram sua participação no mercado. Em 2012, os encarregados da política econômica, em meio a esse contexto, induziram a diminuição dos preços dos spreads dos bancos públicos, tendo em vista os elevados níveis de spreads bancários cobrados e o processo de diminuição da taxa Selic. A partir de 2015, contudo, esse cenário se inverte e a intervenção governamental se reduz. O objetivo deste estudo é discutir os spreads bancários, na tentativa de entender em que grau há diferenças entre bancos públicos privados em sua determinação.

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Referências

DEOS, S. et al. Public Banks in the Age of Financialization: A Comparative Perspective. Cheltenham: Edward Elgar Publishing Limited, 2017. 257 p.
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