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Creaciones etnográficas a la orilla del São Francisco: reencuentros en el campo e historias para una antropología ribereña
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Palabras clave

Etnografía
trabajo de campo
Antropología Ribereña
Río São Francisco

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AFONSO DE SOUZA, Leon Patrick. Creaciones etnográficas a la orilla del São Francisco: reencuentros en el campo e historias para una antropología ribereña. Maloca: Revista de Estudos Indígenas, Campinas, SP, v. 8, n. 00, p. e025009, 2025. DOI: 10.20396/2rpjaa64. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/maloca/article/view/20552. Acesso em: 12 jan. 2026.

Resumen

Este artículo presenta historias de experiencias vividas durante el trabajo de campo de una investigación de maestría, destacando cómo la disposición para habitar este tiempo con sus inquietudes, dudas y brechas fue esencial para transformar y ampliar las cuestiones inicialmente planteadas. La experiencia etnográfica estuvo profundamente influenciada por recuerdos de la infancia, reencuentros con personas, lugares y las creaciones sensibles de artistas y pescadores locales, como Davi de Jesus do Nascimento y Geraldo Babau. Al permitirse ser situado por las relaciones de campo y las inquietudes de los sujetos en los mundos ribereños, se hizo posible desacelerar las expectativas analíticas y abrir espacio para formas de conocimiento que escapan a la lógica de la neutralidad, el distanciamiento y la supuesta racionalidad. En estas historias, el río São Francisco es narrado como mundos en constante composición ética, estética y política, cuya existencia desafía los proyectos coloniales de ocupación y extracción. El artículo reflexiona sobre las conexiones entre el investigador y los interlocutores, reconociendo que sus mundos no son idénticos, pero tampoco completamente separados. Una de las posibilidades que surge de estas conexiones es la de una antropología ribereña, que se deja afectar porque es parte de los mundos del río y contribuye a la recomposición de existencias amenazadas. En lugar de buscar una única forma de lucha, la etnografía propuesta aquí valora alianzas sensibles y plurales, en las que la investigación se hace en relación y en movimiento.

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