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“O Homem da Meia Noite é o nosso Calunga”: o ofício de manipulação de bonecos gigantes sob a perspectiva de Carlos da Burra
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Palavras-chave

Bonecos gigantes de Olinda
Carlos da Burra
Cultura popular
Patrimônio cultural brasileiro

Metrica

Como Citar

MÉLO, Roberta de Sousa; RODRIGUES, Rafael de Oliveira; MENEZES NETO, Hugo. “O Homem da Meia Noite é o nosso Calunga”: o ofício de manipulação de bonecos gigantes sob a perspectiva de Carlos da Burra. Proa: Revista de Antropologia e Arte, Campinas, SP, v. 16, p. e026012, 2026. DOI: 10.20396/proa.v16i00.21382. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/proa/article/view/21382. Acesso em: 22 set. 2026.

Resumo

Esta entrevista foi realizada no dia 6 de fevereiro de 2026 no Clube de Alegoria e Crítica Homem da Meia Noite, agremiação carnavalesca localizada no Bairro do Bonsucesso, na cidade de Olinda, em Pernambuco. Da Burra é um artista popular que nos últimos 30 anos tem se tornado uma referência cultural no ofício de manipulação de bonecos gigantes. Durante a entrevista, ele narrou sua trajetória pessoal e profissional na cultura carnavalesca pernambucana, suas vivências e memórias durante o período em que tem atuado como manipulador de bonecos gigantes, especialmente do Homem da Meia Noite, abordando temas como cultura popular e carnaval de rua. Esta entrevista nos inspira a refletir antropologicamente sobre temas relevantes para os estudos sobre patrimônio cultural e cultura popular, além de destacar a pluralidade de saberes que escapam à lógica eurocêntrica de produção de conhecimento, incluindo o saber originado e acessado pela vivência corporal do manipulador.

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