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Los fantasmas ya estaban tristes: un diálogo entre Arte y Antropología Visual sobre la vida frente a la catástrofe
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Cuerpo
Paisaje
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Catástrofe

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GOMES NETO, José Joaquim; OLIVEIRA, Julliana Rodrigues de. Los fantasmas ya estaban tristes: un diálogo entre Arte y Antropología Visual sobre la vida frente a la catástrofe. PROA: Revista de Antropologia e Arte, Campinas, SP, v. 14, n. 00, p. e024013, 2025. DOI: 10.20396/proa.v14i00.17855. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/proa/article/view/17855. Acesso em: 19 may. 2026.

Resumen

El texto propone, en su primera parte, un escenario reflexivo sobre el problema de la catástrofe humana en la lógica del Antropoceno. Los pasos narrativos recorren el territorio del cuerpo y las relaciones entre presencia y ausencia, entre humano y no humano, entre pertenencia y desplazamiento. Este recorrido inspiró el territorio para el ensayo visual en la segunda parte, en la que presentamos cuatro fotografías que conformaron el ensayo visual denominado “Desvanecer”, así como la narrativa de la experiencia de llevarlo a cabo. El Colectivo Bunker presenta, a través de este ensayo, la forma en que ha reflexionado sobre temas de actualidad, sirviéndose de los cuerpos de los artistas puestos en relación unos con otros, y en este caso la relación es de desbordamiento.

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