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Os fantasmas já eram tristes: um diálogo entre Arte e Antropologia Visual no olhar da vida diante da catástrofe
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Palavras-chave

Corpo
Paisagem
Relação
Catástrofe

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Como Citar

GOMES NETO, José Joaquim; OLIVEIRA, Julliana Rodrigues de. Os fantasmas já eram tristes: um diálogo entre Arte e Antropologia Visual no olhar da vida diante da catástrofe. Proa: Revista de Antropologia e Arte, Campinas, SP, v. 14, n. 00, p. e024013, 2025. DOI: 10.20396/proa.v14i00.17855. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/proa/article/view/17855. Acesso em: 4 mar. 2026.

Resumo

O texto propõe, em sua primeira parte, um cenário reflexivo acerca da problemática da catástrofe humana na lógica do antropoceno. Os passos narrativos percorrem o território do corpo e das relações entre presença e ausência, entre humano e não humano, entre pertencimento e deslocamento. Esse percurso inspirou o território para o ensaio visual da segunda parte, em que apresentamos quatro fotografias que compuseram o ensaio visual denominado “Desvanecer”, bem como a narrativa da experiência de realizá-lo. O Coletivo Bunker apresenta, através deste ensaio, a forma como tem refletido sobre as problemáticas da atualidade, valendo-se dos corpos dos(as) artistas postos em relação um com o outro, e nesse caso a relação é transbordamento.

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