Resumen
Este ensayo aborda la práctica del dibujo en el campo, destacando la Ocupación Carlos Marighella (OCM) en Fortaleza/CE a través de la memoria de las ocupantes, examinando su organización y movilización política durante la pandemia de COVID-19. Utilizo el diseño etnográfico para retratar la experiencia de las residentes de la ocupación, destacando los cambios, tensiones y perspectivas a lo largo del trabajo de campo. Los resultados ponen de manifiesto cuestiones fundamentales para la antropología, destacando la necesidad de una inmersión profunda en el campo para comprender el uso de técnicas gráficas. Además, no debemos tener miedo de utilizar otros estilos de escritura, pasando por la frustración del proceso hasta que logremos ver las mejores formas de aprender a investigar. Al igual que en la ciudad, todo está en constante transformación; nuestra mirada etnográfica debe acompañarlas.
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