Banner Portal
Totipotencia, nanoarte y formación: creación de/con lo vivo en sus materialidades
PDF (Portugués)
PDF (Inglés)

Palabras clave

Totipotencia
Nanoarte
Simpoiese
Formación

Metrica

Cómo citar

MACHADO, Hívina Dorzane; OLIVEIRA, Caroline Barroncas de; SALES, Tiago Amaral. Totipotencia, nanoarte y formación: creación de/con lo vivo en sus materialidades. PROA: Revista de Antropologia e Arte, Campinas, SP, v. 16, p. e026011, 2026. DOI: 10.20396/proa.v16i00.20947. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/proa/article/view/20947. Acesso em: 22 sep. 2026.

Resumen

Este ensayo especulativo propone una rearticulación del concepto biológico de totipotencia vegetal desde el campo del nanoarte, buscando comprender cómo la creación de lo vivo puede concebirse en sus materialidades. En un diálogo inspirado en Deleuze y Guattari, al entender la creación como producción de la diferencia, con la simpoiesis de Haraway, que destaca la emergencia como relacional, y con Tim Ingold, al considerar la formación como correspondencia, la problematización se centra en las prácticas del nanoarte que operan mediante la intervención o la visualización técnica de la materia a escala infinitesimal. Argumenta que, en estos contextos, la creación no se reduce a la representación, sino que implica procesos de emergencia en los que forma, materia y técnica se codeterminan mutuamente. Aquí, la totipotencia se entiende como una lógica relacional de actualización de virtualidades, que se hace perceptible en el nanoarte al resaltar que lo mínimo contiene potencias de diferenciación de lo vivo. Finalmente, el texto señala desarrollos de esta perspectiva para pensar la formación como un proceso abierto, situado y relacional, en el que crear y aprender están mutuamente implicados. Así, exploramos obras de nanoarte, en las que el gesto artístico se erige como una práctica de cocreación y aprendizaje colaborativo, entrelazando lo biológico, lo filosófico y lo tecnológico. En este movimiento, la totipotencia se teje como material de (trans)formación –  un poder insurgente que convierte la vida y la educación en un único acto de creación, del cual germinan futuros, coexistencias y mundos posibles.

PDF (Portugués)
PDF (Inglés)

Referencias

BARROS, Anna. Nanoarte - 200 milhões de anos: árvore-pedra. São Paulo: FAAP, 2012. Disponível em: https://artciencia.com/article/view/11609 Acesso em: 11 out. 2025.

BARROS, Anna (Org.). Nano: poética de um mundo novo. Arte, ciência e tecnologia. São Paulo: FAAP, 2008.

CARVALHO, Renata Simoni Homem de. Nanoarte: a poética do espírito. 2011a. 103 f. Dissertação (Mestrado em Artes), Instituto de Artes, Universidade de Brasília, 2011. Disponível em: https://repositorio.unb.br/handle/10482/10032. Acesso em: 11 nov. 2025.

CARVALHO, Renata Simoni Homem de. Nanoarte, a poética do espírito. 2011b. Disponível em:https://www.academia.edu/11658342/NANOARTE_A_PO%C3%89TICA_DO_ESP%C3%8DRITO. Acesso em: 05 nov. 2025.

COCCIA, Emanuele. Mente e matéria ou a vida das plantas. Tradução de Nicoletta Cherobin. Revista Landa, [S. l.], v. 1, n. 2, p. 198-215, 2013.

COCCIA, Emanuele. Metamorfoses: a vida em transformação. Tradução de Madeleine Deschamps e Victoria Mouawad. Rio de Janeiro: Dantes Editora, 2020a.

COCCIA, Emanuele. El giro vegetal. Calibán: Revista Latinoamericana de Psicoanálisis. 2020b. p. 218-222. Disponível em:https://www.bivipsi.org/wp-content/uploads/fepal-caliban-2020-v18-n1-29.pdf Acesso em: 11 de nov. de 2025.

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. Vol. I. 2. ed. São Paulo: Ed. 34, 2011.

DELEUZE, Gilles. O atual e o virtual. In: DELEUZE, Gilles. Conversações: 1972-1990. Tradução de Peter Pál Pelbart. São Paulo: Editora 34, 1996. p. 47-52.

DIAS, Susana Oliveira. Perceber-fazer floresta: da aventura de entrar em comunicação com um mundo todo vivo. ClimaCom, Campinas, v. 7, n. 17, Jun. Disponível em: https://climacom.mudancasclimaticas.net.br/susana-dias-florestas/. Acesso em: 25 mar. 2026.

PARNET, Claire; DELEUZE, Gilles. L’Abécédaire de Gilles Deleuze. Direção de Pierre-André Boutang. França: Canal Plus, 1988-1989. (8 episódios, 453 min).

ESPOSITO-POLESI, Natalia Pimentel. Contaminação versus manifestação endofítica: implicações no cultivo in vitro de plantas. Rodriguésia, Rio de Janeiro, v. 71, n. 1, p. e00562018, 2020.

FAPESP. Nanoarte brasileira fará parte do primeiro Museu da Lua. São Paulo: Agência FAPESP, 8 jan. 2024. Disponível em: https://agencia.fapesp.br/nanoarte-brasileira-fara-parte-do-primeiro-museu-da-lua/41035. Acesso em: 05 nov. 2025.

GUATTARI, Félix. Caosmose: um novo paradigma estético. São Paulo: Editora 34, 1992.

HARAWAY, Donna. Ficar com o problema: fazer parentes no Chthuluceno. Tradução de Ana Luiza Braga. São Paulo: n-1 edições, 2023.

HARAWAY, Donna. O manifesto das espécies companheiras: cachorros, pessoas e alteridade significativa. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2021.

INGOLD, Tim. Antropologia e/como educação. Petrópolis: Vozes, 2020.

MATOS, Silvio Alexandre Rato de. O que resta da acção do corpo no processo criativo da media art: análise da obra Osmose de Char Davies. 2012. f. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais), Universidade de Évora, Évora-Portugal, 2012. Disponível em: https://rdpc.uevora.pt/handle/10174/14707. Acesso em: 11 nov. 2025.

MACHADO, Hívina Dorzane. A anatomia rizomática amazônida: autobiografia inventiva de uma mulher-professora de biologia. Manaus, 2025. Digital. 77 f. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Educação em Ciências na Amazônia) - Universidade do Estado do Amazonas, Manaus. Acesso em: 15 fev. 2026.

OLIVEIRA, Zenaide Teles de. “A castanheira, aqui, é a mãe castanheira”: o extrativismo da Bertholletia excelsa na Resex Cajari-Amapá. 2022. 140 f. Dissertação (Mestrado em Diversidade Sociocultural) – Museu Paraense Emílio Goeldi, Programa de Pós-Graduação em Diversidade Sociocultural, Belém, 2022.

PEÑAFIEL, Erick Velasteguí; CASTILLO, María Esther; ORTIZ, Feliz, VIVANCO-ARIAS, Carla, VINUEZA-FLORES, Anghely. Cultivo y terapia celular: tecnología aplicable en la biomedicina actual y futura. Metro Ciencia, v. 33, n. 1, p. 60-70, fev. 2025. Disponível em: https://doi.org/10.47464/MetroCiencia/vol33/1/2025/60-70. Acesso em: 09 nov. 2025.

PREVE, Ana Maria Hoepers. Pequenas composições com plantas, cacos e ideias para pensar o que (não) acontece. Revista ClimaCom, Campinas, v. 9, n. 23, p. 1-14, dez. 2022. Disponível em: https://climacom.mudancasclimaticas.net.br/pequenas-composicoes/. Acesso em: 11 nov. 2025.

SALES, Tiago Amaral. Diante do antropoceno: educações para viralizar mundos possíveis. Criar Educação, v. 13, n. 3, p. 350-373, 2024. Disponível em: https://www.periodicos.unesc.net/ojs/index.php/criaredu/article/view/8306. Acesso em: 15 fev. 2025.

SALES, Tiago Amaral; RIGUE, Fernanda Monteiro. Aprendendo com as plantas: devires, sabedorias vegetais e lampejos à educação em ciências. ClimaCom, Campinas, v. 9, n. 23., dez. 2022. Disponível em https://climacom.mudancasclimaticas.net.br/aprendendo-com-as-plantas/. Acesso em: 01 jun. 2026.

SALES, Tiago Amaral; RIGUE, Fernanda Monteiro; DALMASO, Alice Copetti. Modos de Habitar o Mundo: uma educação em ciências com/em meio à/pela vida. Educação e Realidade, Porto Alegre, v. 48, 2023. Disponível em https://doi.org/10.1590/2175-6236124171vs01. Acesso em: 11 nov. 2025.

SOUZA, Verônica Ferreira, LIMA; Leonardo Muniz Carvalho; REIS, Sílvia Regina de Almeida de. Células-tronco: uma breve revisão. Revistas de Ciências Médicas e Biológicas, Salvador, v. 2, n. 2, p. 251-256. Jul./dez. 2003. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/20334/1/R.%20%20Ci.%20m%c3%a9d.%20biol.%2c%20v.2%2c%20n.%202-2003.pdf. Acesso em: 10 mai. 2025.

THOMAS, Paul. Nanoart: the immateriality of art. In: Art of the Atomic World: Creativity at the Nanoscale. London: Intellect Books, 2009.

TADEU, Tomaz. Deleuze e a questão da literaridade: uma via alternativa. Educação & Sociedade, Campinas, v. 26, n. 93, p. 1331-1338, set./dez. 2005.

TSING, Anna. Viver nas ruínas: paisagens multiespécies no Antropoceno. Brasília: IEB Mil Folhas, 2019.

TSUTSUMOTO, Nayra Yumi. Crescimento in vitro e aclimatação de orquídeas nativas com potencial ornamental e paisagístico. 2024. 119 f. Tese (Doutorado em agronomia), Faculdade de Engenharia, Universidade Estadual Paulista, 2024. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/entities/publication/86aaa3af-2fa8-4986-8f94-07e0caf8bf04. Acesso em 27 fev. 2026.

ZOURABICHVILI, François. Deleuze e a questão da literaridade. Educação & Sociedade, Campinas, v. 26, n. 93, p. 1309-1321, set./dez. 2005.

Creative Commons License

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.

Derechos de autor 2026 Hívina Machado, Caroline Barroncas de Oliveira, Tiago Amaral Sales

Downloads

Download data is not yet available.