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“Yo sospechaba de mí misma”: salud mental y bisexualidad entre biolegitimidad e injusticias epistémicas
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Palabras clave

Bisexualidad
Salud mental
Biolegitimidad
Injusticia epistémica

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MONACO, Helena; SOUZA, Jamilie Santos de. “Yo sospechaba de mí misma”: salud mental y bisexualidad entre biolegitimidad e injusticias epistémicas. Tematicas, Campinas, SP, v. 32, n. 64, p. 84–109, 2024. DOI: 10.20396/tematicas.v32i64.18565. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/tematicas/article/view/18565. Acesso em: 26 jan. 2026.

Resumen

Este artículo abordará las injusticias, borraduras y bifobia que se repiten en las experiencias de las personas bisexuales, y cómo afectan negativamente la salud mental de esta población. En diálogo con el trabajo de Didier Fassin, presentamos los conceptos de injusticia epistémica de Miranda Fricker y contrato epistémico de borradura bisexual de Kenji Yoshino, que permiten señalar que los bisexuales no son considerados sujetos legítimos para denunciar y reportar el sufrimiento o la violencia vivida. A continuación explicamos la relación entre la bifobia y la precaria situación de salud mental de las personas bisexuales, combinando datos estadísticos y cualitativos. También centramos nuestra atención a la atención psicoterapéutica y la revictimización de personas bisexuales a través de la violencia cometida por profesionales sin la debida preparación. Finalmente, señalamos algunas posibles formas de brindar un servicio más acogedor a la población bisexual.

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