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Visibilidades en rosa, morado y azul: bisexualidad, activismo y producción académica
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Bisexualidad
Activismo
Producción académica
Medios digitales

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KLIDZIO, Danieli. Visibilidades en rosa, morado y azul: bisexualidad, activismo y producción académica. Tematicas, Campinas, SP, v. 32, n. 64, p. 55–83, 2024. DOI: 10.20396/tematicas.v32i64.18633. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/tematicas/article/view/18633. Acesso em: 26 jan. 2026.

Resumen

En este artículo, se presentan características de cómo el activismo bisexual y la producción académica en el contexto brasileño se han ido configurando, principalmente por parte de los jóvenes, la Frente Bissexual Brasileira (FBB) y el Grupo Amazônida de Estudos sobre Bissexualidade (GAEBI),  que se convirtió en la Rede Brasileira de Estudos sobre Bissexualidade e Monodissidência (REBIM).  Utilizando como base la investigación de mi tesis, el objetivo del texto es discutir las contribuciones del activismo y la academia, que combinan los objetivos de sujetos bisexuales comprometidos en una lucha por la visibilidad. Gran parte de la investigación se llevó a cabo en el contexto de la pandemia de Covid-19 y consistió en etnografía, con observación participante y entrevistas utilizando medios digitales. Convivimos con sujetos y grupos que crean ambientes de visibilidad bisexual, en la construcción colectiva del activismo y la academia en torno a la producción de la identidad bisexual en un sentido político. La integración, la recepción y la producción y circulación de datos son demandas centrales en un campo de derechos y reconocimientos LGBTQIAP+ en constante movimiento. En este sentido, el activismo y la academia se influyen mutuamente y tienen objetivos similares, ya que se crean en (y desde) los medios digitales, entornos que permiten la existencia de lo que se puede llamar una red de visibilidades bisexuales en Brasil.

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