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La perspectiva de la mujer negra y transgénero: una lectura del Cozy de Beyoncé
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Palabras clave

Feminismo negro
Identidad de género
Transgenerismo

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Cómo citar

BRAZ, Rafael de Jesus. La perspectiva de la mujer negra y transgénero: una lectura del Cozy de Beyoncé. Tematicas, Campinas, SP, v. 33, n. 66, p. 193–222, 2025. DOI: 10.20396/tematicas.v33i66.20188. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/tematicas/article/view/20188. Acesso em: 24 jan. 2026.

Resumen

Este artículo tiene como objetivo explorar la perspectiva de la mujer negra y transgénero en la letra de la canción Cozy (2022), de Beyoncé, analizando cómo contribuye a la construcción de una narrativa histórica, cultural y social más inclusiva y diversa, así como su impacto en la vida de quienes se identifican con esta identidad. Para ello, el objeto de estudio se analiza a la luz de los conceptos de identidad, según Stuart Hall (2006); de feminismo, a partir de bell hooks (1981) y Kimberlé Williams Crenshaw (1989); del poder de la palabra, según Chimamanda Ngozi Adichie (2019); y de la psicología de los colores, de Eva Heller (2013), entre otros. El estudio investiga cómo se representa la identidad racial y de género del sujeto, cómo las letras enfatizan el orgullo y la autoaceptación de estas identidades y cómo este mensaje promueve una narrativa positiva y empoderadora sobre la experiencia de ser una mujer negra y transgénero. El análisis evidencia cómo la representación de estas identidades en las letras puede contribuir a una mayor visibilidad y reconocimiento, desafiar estereotipos y prejuicios, y impactar positivamente en la autoestima y autoaceptación de este colectivo, destacando la complejidad y el entrelazamiento de las identidades de género y raciales en la narrativa presentada.

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Referencias

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