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La otra cara de la uberización: trabajo en cocinas de delivery y la división sexual del trabajo
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Palabras clave

Trabajo en cocinas
Condiciones de trabajo
División sexual del trabajo

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Cómo citar

LODETTI, Júlia Zenni. La otra cara de la uberización: trabajo en cocinas de delivery y la división sexual del trabajo. Tematicas, Campinas, SP, v. 34, n. 00, p. e026005, 2026. DOI: 10.20396/tematicas.v34i00.20826. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/tematicas/article/view/20826. Acesso em: 23 may. 2026.

Resumen

Este artículo, derivado de una disertación de maestría, examina las condiciones de trabajo en las cocinas de restaurantes de entrega de comida y comida rápida en Florianópolis entre 2023 y 2025, verificando en qué medida reflejan el trabajo uberizado y la división sexual e internacional del trabajo. El estudio sitúa la uberización como fenómeno acelerador de la precariedad característica de los países periféricos y como forma actualizada de gestión y control del trabajo. Problematiza el trabajo en la cocina como históricamente asociado a la actividad femenina, investiga la división sexual del trabajo en las cocinas seleccionadas y sitúa las experiencias individuales en la totalidad que involucra la organización uberizada del trabajo y el capitalismo financiarizado globalmente. La investigación adopta un enfoque cualitativo exploratorio, comprendiendo las cocinas vinculadas a iFood como microcosmos de procesos más amplios de precarización. Articula datos secundarios y estadísticas públicas con entrevistas semiestructuradas realizadas con trabajadores/as accedidos/as a través del método “bola de nieve”. La metodología se fundamenta en perspectiva materialista-histórica y en referencias de la sociología del trabajo y estudios de género para comprender las relaciones de clase y género entrelazadas con la división sexual del trabajo. A través de la articulación entre investigación empírica con cocineros/as y la base teórica de la división sexual del trabajo, el artículo posiciona el trabajo en estas cocinas cotidianas en las fronteras de las definiciones teóricas, tanto en relación a la plataformización como al trabajo ejercido por mujeres.

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