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Marxismo: pulsões históricas e o ainda-não-ser, segundo Ernst Bloch
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Marxismo

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VIEIRA, Antonio Rufino. Marxismo: pulsões históricas e o ainda-não-ser, segundo Ernst Bloch. Cadernos Cemarx, Campinas, SP, v. 1, n. 2, p. 72–76, 2005. DOI: 10.20396/cemarx.v1i2.10795. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/cemarx/article/view/10795. Acesso em: 11 abr. 2026.

Resumo

Atualmente, o tema da crise do marxismo preocupa muitos teóricos. Ao seu lado,a crise do socialismo real parece reforçar a idéia do fim da história e sua coincidênciacom o postulado que apresenta o capitalismo como a “única ideologia sã”. Mas, épossível fazer qualquer aprendizagem dessa crise? Defendemos que ela, em lugar deser negativa, aparece, ao contrário, como um elemento vivificante do marxismo, permitindoindicá-lo como uma teoria válida e atual neste início do século XXI. Nessesentido, continua viva a análise de Lênin, ao afirmar que “toda a teoria de Marx é ateoria da evolução, na sua forma mais lógica, mais completa, mais refletida e maissubstancial, aplicada ao capitalismo contemporâneo”.
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Copyright (c) 2005 Antonio Rufino Vieira

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