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Marxismo e relações de trabalho
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GALVÃO, Andreia. Marxismo e relações de trabalho. Cadernos Cemarx, Campinas, SP, n. 1, p. 37–46, 2004. DOI: 10.20396/cemarx.vi1.10859. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/cemarx/article/view/10859. Acesso em: 14 mar. 2026.

Resumen

O estudo das relações de trabalho (ou das relações industriais, termo utilizado pela literatura anglo-saxã) tem sido tradicionalmente realizado a partir de conceitos oriundos de referenciais teóricos conser-vadores, como a teoria do sistema de relações industriais, elaborada pelo norte-americano John Dunlop. Embora tenha sido bastante criticada por seu caráter estático e hierarquizado, o aparato conceitual proposto por Dunlop é ainda utilizado por estudiosos interessados em analisar as re-gras que regem as relações de trabalho, mesmo que suas abordagens te-nham um caráter progressista.O objetivo desta comunicação é apresentar as críticas feitas à teoria de Dunlop por autores ligados à perspectiva teórica marxista. Pretendese, especialmente, indicar as contribuições trazidas, a partir dos anos 70,por Richard Hyman, Robert Cox e John Kelly para o estudo das relaçõesde trabalho.

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Derechos de autor 2004 Andreia Galvão

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