Como fazer uma biografia de um rio? Transbordamentos entre imagens e outras grafias do rio Piracicaba
Sinopse
Ao olhar para a (re)existência dos rios – entidades a priori consideradas “naturais” – em vez de responder à pergunta “o que seria” um rio como ser, entidade ou representação cultural, como podemos explorar a possibilidade de conhecer como mundos podem ser criados e alterados com um rio? Diante desse questionamento, este capítulo tem como objetivo abordar o processo de construção, em forma de Atlas, de uma biografia do rio Piracicaba. Mais especificamente, a proposta é contar como, por meio da construção, (des)montagem e transbordamentos de imagens e outras formas de grafias, foi possível conhecer e narrar a vida de um rio. Quais são as possibilidades de navegação e mergulho na vida do rio Piracicaba que o Atlas apresenta? Dessa forma, somos convidados a nos debruçar sobre imagens, textos e outras grafias, encontrando na vida do rio Piracicaba nossas próprias experiências, memórias e desejos em relação aos rios. As imagens e outras grafias aqui não são meras representações de acontecimentos e histórias; elas fazem parte do esforço de produzir o conhecimento por meio de imagens e diferentes formas de expressão. Nelas estão os vestígios do presente, memórias e imaginações do passado, bem como são capazes de produzir imaginações de futuros para a vida do rio Piracicaba.
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