Resumo
Este artigo tem como objetivo central contribuir para o atual debate feminista decolonial, sob o ponto de vista autobiográfico. Para tanto, apresentam-se os conceitos de colonialismo e colonialidade de poder e de gênero, bem como propõe uma discussão sobre o feminismo decolonial da “Améfrica Ladina”, apresentando-o como lugar de intersecção e resistência às opressões raciais, sexuais e coloniais. Ancorando-se na Análise de Discurso Pecheutiana, referencial teórico que movimenta nossas pesquisas, realizamos uma análise de nossa própria narrativa como mulher de cor e estudante de escola pública, incitando a reflexão sobre a escola como espaço de constituição de subjetividades e a importância de uma educação antirracista e decolonial.
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